2.5.4. ORGANIZAÇÃO COLONIAL – CLOVIS
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Introdução e
Justificativa (relevância do assunto no contexto da exposição)
A colonialidade
apresenta diversas vantagens adaptativas, em especial em organismos sésseis.
Entre estas: ampliação da biomassa total mantendo dimensões críticas (pequenas)
dos sistemas dos indivíduos, grande capacidade regenerativa, repartição de
alimento entre indivíduos, maior capacidade na competição por substrato,
arquitetura mais eficiente para captura de alimento (como em colônias eretas na
coluna d´água, como gorgônias), grande longevidade dos “genets”. A adoção da
vida em colônias, aliada a processos que
aceleram a produção de carbonato de cálcio (ver SIMBIOSE CORAL-ZOOXANTELA),
permite que os corais atinjam grandes dimensões e que um genótipo tenha grande
persistência na população (um mesmo genótipo potencialmente pode “viver”
milhares de anos). Estas características são associadas à formação de grandes
estruturas de recifes de coral e à “longevidade” das espécies de coral.
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Detalhamento do
subitem propriamente
Painéis de texto.
Corais com esqueleto removido para mostrar os indivíduos unidos por tecido.
Esqueletos mostrando diferentes formas de acréscimo de indivíduos na colônia.
Organismos isolados (anêmonas-do-mar) x diferentes grupos coloniais
(corais-negros, gorgônias, corais-de-fogo, corais-pétreos ou verdadeiros,
babas-de-boi (zoantídeo), hidróides, caravelas...). Fotos ou filmes de colônias
gigantescas (muitos metros de extensão).
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Sugestões para
apresentação do tema, incluindo possíveis elementos museográficos e, se
possível, uma estimativa da área necessária a ser utilizada
Vitrine com cerca de
3 m de frente.
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Conexões com
outros subitens dentro do mesmo item de um eixo temático
SIMBIOSE – CORAL-ZOOXANTELA, RECIFES DE CORAL
·
Fontes bibliográficas
e iconográficas relevantes
Birkeland, C. 1997. Life and death of coral reefs. Chapman
and Hall.
Hughes, R. N. 1989. A functional biology of clonal
animals. Chapman and Hall.
Veron, J. E. N. 1995. Corals in space and time. UNSW Press.