4.2.4. O Sistema Diploblástico e Triploblástico
a) Introdução
e Justificativa
A construção básica em
camadas adquirida nos Metazoa permitiu um grau muito maior de diversificação,
já que diferentes células puderam desenvolver diferentes linhas de especialização.
Os cnidários atingiram
grande sucesso dentro das limitações de um tipo simples de organização, no qual
as células estão agrupadas em tecidos formando duas camadas corpóreas
principais (estrutura diploblástica).
b) Detalhamento
O termo diploblástico
é comumente aplicado a grupos de invertebrados inferiores que consistem
essencialmente de dois epitélios, um externo (epiderme) e um interno
(gastroderme). Na verdade há algumas controvérsias quanto a aplicação dos
termos diplo e triploblástico. Há uma corrente que considera que os três filos
de metazoários inferiores (Porifera, Cnidaria e Ctenophora) não são realmente
diploblásticos. Com exceção da Classe Hydrozoa, todos os outros possuem três
camadas, sendo a terceira representada por uma camada celular tipo “tecido
conjuntivo”, que se situa entre a ectoderme e a gastroderme. Hydrozoa são os únicos a apresentarem uma
camada acelular. Em Cnidaria os
elementos celulares presentes na mesogléia (camada intermediária) parecem ser
principalmente derivados da ectoderme. Outra corrente considera que os Cnidaria
são animais diploblásticos que são as formas ancestrais que deram origem aos
outros filos triploblásticos. Estes animais triploblásticos apresentam uma
terceira camada que é originada pelo mesoderma.
c) Sugestões
de Apresentação (incluindo elementos museográficos e possível área a ser
utilizada)
d) Conexões
com outros subitens dentro de um mesmo item de um eixo temático –
Conexão com “A
formação de tecidos”
e) Fontes
bibliográficas
Barnes, Calow and
Olive
Hyman